Cátia de Santana fala de sua carreira artística

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Cátia tem 35 anos e reside em Itatim no interior da Bahia. É professora por formação acadêmica, mais não atua na área, a atividade que preenche seus dias é a arte, que de hobby a jovem transformou em profissão.

Em sua caminhada artísticas, já teve contato com vários tipos de materiais atuando nas mais variadas áreas da arte, tais como: escultura, pintura em telas, em camisetas, em paredes, em papel, desenho, grafismo, artesanato e maquetes. Hoje atua fortemente na aerografia realista, pois a tem como seu carro chefe.
Cátia produz belíssimos trabalhos revelando precisão, destreza e muito afeto. Afeto este notável, a cada peça realizada. A delicadeza feminina contribui para os detalhes realistas e sua determinação em seguir a área; reflete em seus trabalhos em forma de precisão.Em entrevista ao site É  Fera, a artista contou sobre sua história profissional e como desenvolveu o gosto pela arte.

É FERA – Cátia, grande honra é tê-la como entrevistada hoje, por gentileza vamos começar falando do início, sobre seus primeiros contatos com a arte.

CÁTIA – Bom, desde os 08 anos de idade eu tinha a referência da minha mãe (in memoriam) que pintava também. Comecei com desenhos e pequenas pinturas, usando os materiais dela. Ela sempre me incentivou!
Logo passei a desenhar e pintar de tudo e me vi envolvida nessa paixão, que com o tempo entendi que é um presente divino que o Criador me deu.

É FERA – E houve algum momento exato em que você de fato percebeu, que faria arte pelo resto de sua vida?

CÁTIA – Tudo sempre foi muito difícil. Em uma determinada manhã eu disse a mim mesma: “Daqui para frente vou viver da minha arte! Por mais que o financeiro não pareça satisfatório, mas vou ser eu mesma e viver o que eu amo!”.
Então desde aí eu vivo os prazeres, os desafios e os contratempos de ser artista no nosso país.

É FERA – O que, lhe inspira ou motiva diariamente a fazer arte?

CÁTIA – O que me inspira é a natureza de Deus dentro de mim.

É FERA – E você admira algum artista, procurando sempre seguir seus trabalhos como uma certa forma de motivação ou inspiração?

CÁTIA – No começo sim, muitos, hoje poucos. Como: Fênix Faustino, Carlos Mourart, Valter Viana e Alex Aerografia. Sou fã deles em especial!

É FERA – Falando de você, como seria a Cátia De Santana? Consegue descreve-la?

CÁTIA – Sou menina frágil que busca na arte o melhor momento pra ser reconhecida. Moro num local que não tem um entendimento de valor artístico. Aerografia principalmente. Então as vezes tenho a sensação de estar sendo desperdiçada. Mas por vários motivos ainda não percorri novos lugares. Ainda sonho com isso.
Sou menina embora Mulher, que ainda em alguns momentos corta um dobrado pra provar que a MULHER é muito mais que “um rostinho lindo é capaz”!

É FERA – Você participa de algum projeto ou pretende ter um, algum dia?

CÁTIA – Já participei de vários projetos sociais, mas no momento não participo de nenhum. A cidade não proporciona oportunidade para realizar alguns sonhos. Infelizmente!
Mas pratico trabalho voluntário pelo Whatsapp, ajudando algumas pessoas que querem aprender aerografia. Passo algumas dicas e muitos chegam longe. É gratificante.

É FERA – E entre seus trabalhos, há preferidos?

CÁTIA – Sou suspeita para falar (rsrs), mas amo quase todos. São todos especiais para mim, os que não dão certo me servem de lição.

É FERA – O mundo está cheio de críticas, Como você lida com as tais, ou aconselharia alguém a lidar com elas Catia?

CÁTIA – As críticas precisam serem vistas como lições, são opiniões de pessoas agradáveis e desagradáveis. Podem ser perigosas, mas as vejo como escola. Se são ofensivas eu me defendo provando com o meu potencial, porque entendo que tem inveja envolvida.
Mas se você não manter a cabeça sadia, elas podem acabar com sonhos. Mas aprendi que pequenas coisas atingem pequenas mentes. (rsrs)

É FERA – Sobre seu trabalho… Como geralmente é o processo de criação ou execução de cada um?

CÁTIA – Antes de executar cada projeto eu consagro primeiro à Deus, como um convite para que ele esteja comigo me capacitando. Assim tenho certeza que o projeto vai ficar perfeito aos olhos dele. Ele jamais me deixou pintar sozinha! Sinto uma alegria inexplicável!
Mas o melhor momento antes até da remuneração pelo projeto concluído, é a satisfação do cliente. Um artista prefere ser reconhecido no final de tudo.

É FERA – Gosta de fazer algo para lhe auxiliar nesse processo?

CÁTIA – As vezes ouço música. Mas só as vezes.

É FERA – Você procura seguir algum estilo próprio de execução ou técnica?

CÁTIA – Eu procuro manter meu estilo próprio o máximo que consigo. Minha identidade é importante para assinar meus trabalhos. Me torna única em cada arte.

É FERA – Em seu enteder qual a origem da arte e o que de fato ela é para você?

CÁTIA – Bom, desde sempre acredito que a arte veio de Deus. Ele é o artista do universo! Não existe outro melhor que Ele. Só olhar nas suas criações perfeitas. Somos artistas imitadores Dele.
Por isso acho que a arte não é moda e sim estilo de vida!

É FERA – Quais são seus desejos e expectativas para o futuro em relação a arte?

CÁTIA – Peço a Deus o suficiente. Peço reconhecimento e que ele seja suficiente para que minha arte banque o meu financeiro e minhas necessidades humanas.

É FERA – Estamos chegando ao fim da entrevista querida, deixe seus agradecimentos finais, como também seus meios de contato, para quem quiser conhecer mais do seu trabalho, ou contratá-la.

As informações e fotos foram extraídas do site É Fera Notícias

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